quinta-feira, 15 de maio de 2014

Tempestade

Quando eu precisei de ti,
fechastes tua casa como se eu fosse tormenta.
Agora que eu sopro brisa,
abre-te como a um raio de sol.
Porém eu, nunca calmaria, voltei como vento sem norte
e minha mão fria não quer o calor do teu sossego.
Vou seguir chovendo sozinha.

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