Amor de conto
Eu preciso falar de amor
Não o banal, mas o do que inspira poesiaAquele dito sentimento maior
Que quando terno não se encerra em calmaria.
O quero em meus sonhos nas noites e de dia
Tem de ser o que forma lábios meia-luaNão o da melancolia
Deve dar vontade de sempre repetir: És meu sou tua.
Vou de ele escrever um conto
O amor, às vezes, nos obriga à discriçãoO meu será direto e enfático.
Por isso escreverei somente: Te amo e ponto
Se alguém tiver alguma objeçãoQue procure um amor mais poético.
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