domingo, 8 de dezembro de 2013


Amor de conto

Eu preciso falar de amor
Não o banal, mas o do que inspira poesia
Aquele dito sentimento maior
Que quando terno não se encerra em calmaria.


O quero em meus sonhos nas noites e de dia
Tem de ser o que forma lábios meia-lua
Não o da melancolia
Deve dar vontade de sempre repetir: És meu sou tua.

Vou de ele escrever um conto
O amor, às vezes, nos obriga à discrição
O meu será direto e enfático.

Por isso escreverei somente: Te amo e ponto
Se alguém tiver alguma objeção
Que procure um amor mais poético.

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